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Índigo, Sobredotado ou Nenhum dos Dois

Há uns tempos, li umas coisas sobre as crianças índigo. Para quem não está dentro do assunto, muito resumidamente, uma criança é índigo quando reúne uma série de características. Tais como:
-Ser extrovertida, pioneira, original, auto-suficiente, criativa, bastante autónoma
-Demonstrar determinação e tenacidade
-Ter muita energia 
-Não mostrar medo em enfrentar as coisas e as pessoas
-Ser exigente 
-Não ter medo da confrontação
-Ser rebelde
-Não aceitar a autoridade pela autoridade
-Ser diagnosticada como hiperactiva erradamente
Os defensores da existência deste "tipo de crianças" afirmam que elas vieram ao mundo para o mudar para melhor.

Por outro lado, temos as crianças sobredotadas, que têm algumas características idênticas às dos meninos índigo, tais como:
-Serem diagnosticadas como hiperactivas erradamente
-Exigentes
-Demonstram determinação e tenacidade
-Pioneiras, originais, auto-suficientes, criativas, bastante autónomas

Os meninos sobredotados também apresentam outras características não tão próximas das dos índigo, como por exemplo:
-Sentido de humor aguçado 
-Muita curiosidade
-Aprender rapidamente
-Gostar de desafios
-Ter vocabulário elaborado

Claro que para se poder dizer que uma criança é índigo ou sobredotada, ela tem que apresentar um determinado número destas características e a avaliação não se baseia, unicamente, nestes traços, a criança, também é sujeita a outros tipos de apreciações.

Parece-me que há aqui, essencialmente, uma forte necessidade em classificar as crianças que são diferentes das outras e que se destacam. 

No entanto, penso que estas teorias e o estudo dos meninos diferentes são uma porta aberta e o trilhar de um caminho para que possamos começar a construir uma educação mais personalizada e adaptada às características e necessidades de cada criança e, assim, edificarmos um mundo mais eficiente, criado por pessoas mais realizadas e, por conseguinte mais felizes.

Terá isto algum fundo de verdade ou será pura utopia minha?

Comentários

  1. Tem todo o sentido. Não digo, no entanto, que tenhamos sempre que classificar / catalogar as crianças diferentes. Teremos é que as olhar de modo a compreendermos melhor a sua maneira de sentir, agir, relacionar-se, para que adaptemos o nosso comportamento padronizado às suas "necessidades especiais". Aliás, se calhar todas as crianças têm necessidades especiais...

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  2. Acho que sim, que todas as crianças têm necessidades especiais, pois todas são especiais (diferentes). É apenas uma opinião sem nenhum fundo científico ...

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